Debate sobre amianto é realizado em Brasília com participação do RM & Advogados

Por Mauro Menezes & Advogados - Assessoria de Imprensa ∙ 14 de agosto de 2017

Na última terça-feira (8/8), em Brasília, aconteceu o seminário da Associação Brasileira de Expostos ao Amianto (Abrea), que debateu o futuro das leis sobre o uso do mineral cancerígeno no Brasil. O evento antecedeu o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), realizado na quinta-feira (10/08), que retomou à pauta a discussão sobre a proibição de produtos que contenham quaisquer tipos de amianto. O STF suspendeu a audiência para esta semana.

O fórum teve a presença do diretor-geral do escritório Roberto Caldas, Mauro Menezes & Advogados, Mauro Menezes e Fernanda Giannasi, consultora em meio ambiente do trabalho do RM & Advogados e representante da Abrea, responsável por reunir centenas de vítimas dos efeitos do amianto no país.

Amianto branco submete trabalhadores e a população em geral a graves riscos à saúde

Segundo o seminarista Eduardo Algranti, pneumologista e pesquisador médico na FUNDACENTRO, “o amianto branco, também conhecido como crisotila, submete trabalhadores e a população em geral a graves riscos à saúde, como cânceres raros e doenças pulmonares graves.”

Durante o evento, representantes de movimentos sindicais, membros do Ministério Público do Trabalho, delegações internacionais, familiares e vítimas do amianto debateram sobre os riscos do uso do amianto a humanos e ao ambiente, além das implicações jurídicas.

Para Mauro Menezes, do RM & Advogados, que representa a Abrea e a Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT) no julgamento do STF, debater o assunto é crucial:

“A discussão sobre o banimento do amianto, a justa reparação às vítimas da fibra cancerígena, a necessidade de conter a exposição de resíduos do amianto à toda a população, a obrigação de oferecer assistência médica a quem já foi exposto, ou quem já está doente são questões que mobilizam a sociedade, não se reservam apenas às instituições do Estado. A discussão se estende às vítimas, os expostos, a sociedade civil, fiscalização do trabalho, as pessoas engajadas em assegurar o mínimo de condições de vida ao trabalhador brasileiro”, afirma.

Segundo Fernanda Giannasi, “havia a necessidade de ampliar o debate para outros fóruns, como fizemos aqui hoje. Agora, nós devemos ter coragem, pois paciência nós já tivemos bastante, para que realmente possamos caminhar para um futuro, no qual o amianto não esteja presente ou ao menos conseguirmos cessar a produção e industrialização da fibra cancerígena. Não dá para defender o indefensável”, encerra.

Confira fotos do evento:

Debate sobre amianto é realizado em Brasília

Debate sobre amianto é realizado em Brasília

 

Debate sobre amianto é realizado em Brasília

Debate sobre amianto é realizado em Brasília

Debate sobre amianto é realizado em Brasília

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