Sindicalistas enfrentam dificuldades em acordos e convenções após mudanças trabalhistas

Por Mauro Menezes & Advogados - Assessoria de Imprensa ∙ 24 de agosto de 2018

Com base nas mudanças propostas pela nova legislação trabalhista, grupos de grandes sindicatos vão enfrentar dificuldades ao trabalhar em negociações pelo bem coletivo. Este empecilho é frequente desde de novembro de 2017, período em que a reforma trabalhista entrou em vigor. Em consequência disso, o diálogo entre empregado e patrão se tornou mais amplo, o que adia as mudanças sugeridas pelos sindicatos.

Em um balanço feito pelo Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), o número de acordos e convenções diminuiu quase 40%. Os dados analisam as estruturas de negociação do primeiro semestre de 2017 em comparação ao deste ano. No que diz respeito ao segundo semestre, negociações em benefício dos bancários, metalúrgicos e químicos serão colocadas em pauta. Estas, após debates, passam a servir de base para outros sindicatos.

Além dos assuntos competentes a cada área, pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Diesse) mostra que pautas mais gerais também estão sendo debatidas, são elas: banco de horas, contribuição sindical, validação de demissão internamente, entre outros.

Fonte: G1